PUBLICADO 07.05.2026 · ATUALIZADO 01.05.2026 · VERSÃO 1.0
Função matemática que converte um conjunto de dados de qualquer tamanho em uma sequência alfanumérica de tamanho fixo (chamada digest ou hash value), de forma que qualquer alteração nos dados originais — mesmo de um único bit — produza um hash completamente diferente. Propriedades essenciais: determinística (mesma entrada gera mesma saída), unidirecional (impossível reconstruir os dados a partir do hash), resistente a colisões (praticamente impossível encontrar duas entradas com mesmo hash). Algoritmos comuns: MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-3.Definição
O hash é o alicerce da integridade probatória digital. Na forense digital, o hash da mídia original é calculado antes e depois do espelhamento — se ambos coincidem, a cópia é íntegra e idêntica ao original. Qualquer manipulação posterior da evidência alterará o hash, tornando a adulteração detectável.
A cadeia de custódia da prova digital (art. 158-A do CPP) depende fundamentalmente da verificação por hash. O hash também é utilizado em blockchain (cada bloco contém o hash do bloco anterior, formando cadeia imutável), em detecção de malware (assinaturas baseadas em hash), e em identificação de CSAM (PhotoDNA usa hash perceptual para detectar imagens conhecidas de exploração sexual infantil sem necessidade de visualização humana).
Art. 158-A do CPP (cadeia de custódia — integridade da prova). Norma ABNT NBR ISO/IEC 27037 (identificação e preservação de evidência digital). Art. 170 do CPP (preservação de vestígios).
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BIERRENBACH, Juliana. Hash (função hash criptográfica). Arquivo Conceitual. TechCrime.Project. Bier.Tech, 7 maio 2026. Disponível em: https://firebrick-eel-641877.hostingersite.com/arquivo-conceitual/h/hash/. Acesso em: [data de acesso].Referência ABNT
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