
TechCrime.Project é projeto editorial autoral em direito penal e tecnologia. Produz pesquisa de fundamentação verificável sobre crimes digitais, criptoativos, inteligência artificial, crimes econômicos e prova digital, sempre com leitura atenta de fontes primárias e referência cruzada a direito comparado.
Não é cobertura jornalística. Não é curadoria de notícias. Não é canal de opinião reativa. É infraestrutura intelectual modular: cada conteúdo passa por triagem editorial, pesquisa rigorosa, auditoria adversarial e diagnóstico epistêmico antes de qualquer publicação. Nada sai sem fonte rastreável.
Os canais editoriais (Reports, Letter, Bier.Files, Podcast, TechTrueCrime, Arquivo Conceitual) são extensões de um único trabalho de pensamento. Operam sob mesmo padrão dogmático e mesma exigência intelectual. Variam apenas em formato, profundidade e cadência.
No ambiente digital, a experiência humana deixa de ser apenas vivida.Passa a ser capturada, processada e explorada como ativo econômico.
“Cada canal cumpre uma função editorial específica no projeto. Juntos, formam o sistema de produção de pesquisa e conteúdo.
Análise técnico-jurídica de alta densidade. Documento principal de referência do projeto. Cinco tipologias (R1-R5). Leitura atenta de fontes primárias, comparação com direito europeu, estadunidense, chinês, japonês e indiano, mapeamento de lacunas regulatórias.
Obra de referência viva sobre direito penal digital. Acervo de mais de 450 verbetes — cada um com definição, contexto, legislação aplicável, jurisprudência e referências cruzadas. Cresce a cada pesquisa nova: a expansão é estrutural ao método.
Newsletter semanal com análise editorial, atualizações regulatórias relevantes e leitura crítica do que importa em direito penal e tecnologia. Distribuída via blog e Substack.
Blog do projeto. Publicações ágeis derivadas dos Reports: leitura crítica, comentários a casos, fragmentos de pesquisa em curso. Cadência mais alta que Reports, com mesmo padrão de rigor.
Podcast com conversas profundas sobre direito penal, tecnologia e crimes digitais. Casos reais, entrevistas com pesquisadores e profissionais do direito, leituras críticas de regulação vigente e em construção.
Produção audiovisual do projeto. Análises em vídeo de casos paradigmáticos, leituras críticas de regulação vigente e em construção, ensaios visuais sobre fenômenos do direito penal contemporâneo.
Toda pesquisa publicada no TCP pertence a uma das oito categorias. Elas estruturam o que estudamos, como agrupamos, e por onde a investigação se articula.
Tecnologia de base, sistemas fundamentais sobre os quais o restante opera.
Alerta, urgência, cuidado. Crianças, adolescentes, idosos, mulheres em situação de risco digital.
Fraude, poder financeiro. Lavagem, evasão, gestão fraudulenta, mercado financeiro.
Dark web, servidores, redes ocultas, submundo técnico. Onde o crime digital se hospeda.
Arquivo, documento, investigação. Cadeia de custódia, perícia, validade probatória.
Afeto artificial, relações digitais. Companions de IA, sextortion, vínculos mediados.
Estado vigilante, monitoramento, panoptismo. Reconhecimento facial, dados biométricos, perfilamento.
Normatividade jurídica, governança. Marcos legais, debates regulatórios, responsabilização.
Cada conteúdo do TCP passa por cinco filtros antes de existir: triagem editorial, pesquisa rigorosa, análise dogmática, auditoria adversarial e diagnóstico epistêmico. Esse processo tem nome — TechCrime.Line — e é desenvolvido pela Bier.Tech.
Conheça →Toda semana, leitura crítica do que importa em direito penal e tecnologia, atualizações regulatórias e fragmentos de pesquisa em curso. Sem ruído. Sem clichê. Sem pressa.
Inscrição gratuita. Cancelamento a qualquer momento.
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